Encontro com Trump e Rubio como candidato: o que Flávio foi fazer em Washington
Sem cargo para negociar pelo país, Flávio prometeu minerais e pediu que os EUA rotulassem PCC e CV como terroristas; não voltou com alívio nas tarifas.

Repórter de Organismos, Revista Soberania
Débora Harada é repórter de organismos da Revista Soberania. Cobre organismos para a Revista Soberania. Natural de Florianópolis, é formada em jornalismo, com passagens por redações em Cascavel e no eixo Rio–São Paulo. Passou por redações de rádio e televisão antes de se dedicar ao jornalismo digital. Também já cobriu Congresso, segurança pública e políticas sociais. Acredita que transparência e dado aberto são tão importantes quanto a manchete.
Sem cargo para negociar pelo país, Flávio prometeu minerais e pediu que os EUA rotulassem PCC e CV como terroristas; não voltou com alívio nas tarifas.
Flávio Bolsonaro disse que considera tirar o Brasil do BRICS; o plano de governo que registrou no TSE simplesmente ignora o bloco e o Mercosul.
Com 170 votos na Assembleia Geral, o país garante seu sétimo mandato no órgão, de 2027 a 2029; as 15 vagas em disputa tiveram candidatos únicos.
Desde 1998, o Brasil aceita a Corte Interamericana de Direitos Humanos; a vítima precisa passar antes pela Comissão, em Washington.
O Brasil já tem cadeira no G20, que presidiu em 2024; na OCDE, o clube de padrões econômicos com sede em Paris, ainda é candidato desde 2022.
Na abertura do debate geral da 81ª Assembleia Geral, o presidente atacou o Conselho de Segurança, falou de Venezuela, Cuba e Gaza e foi aplaudido quatro vezes.
Parado desde 2019, o Órgão de Apelação não julga recursos; o Brasil usa um arranjo provisório de arbitragem criado em 2020 com outros membros.