Como o Brasil negocia acordos comerciais internacionais
Rodadas técnicas, listas de produtos, cotas e salvaguardas: o passo a passo de uma negociação que pode levar anos e mexe com setores inteiros da economia.
O Brasil no mundo, com os interesses do Brasil em primeiro lugar.
Rodadas técnicas, listas de produtos, cotas e salvaguardas: o passo a passo de uma negociação que pode levar anos e mexe com setores inteiros da economia.
Do exame de admissão às promoções por mérito: um guia sobre as etapas, os cargos e o tempo que um diplomata leva até chefiar uma missão.
Representar o país, negociar e proteger cidadãos são funções do chefe de missão. Entenda também os limites do cargo e a regra do agrément.
Passaporte perdido, registro de nascimento ou prisão em outro país: veja qual repartição atende cada caso e o que ela pode, de fato, resolver.
Assinar não basta. O texto ainda precisa passar pelo Congresso, ser ratificado e promulgado por decreto antes de obrigar alguém no país.
O regime suspende ou devolve tributos de insumos usados em produtos exportados. Veja quem pode usar, como pedir e quais são as obrigações.
Da fazenda ao navio, uma carga de exportação passa por estrada, armazém, fiscalização e despacho aduaneiro. Veja onde estão os gargalos.
Quem decide a alíquota de um produto importado, por que ela muda e como a regra do Mercosul limita a margem de manobra do governo.
A cada seis meses um país assume o comando do bloco e organiza a cúpula de chefes de Estado. Entenda o que a presidência pode e não pode decidir.
Quando dois países brigam por comércio, a Organização Mundial do Comércio funciona como um tribunal. Veja como é o processo e onde ele travou.
Leituras longas sobre a história, as ideias e as tradições da política externa brasileira.
Arbitragens, mapas antigos e paciência: como a diplomacia do início do século 20 consolidou o desenho do território brasileiro pela negociação.
Da Constituição aos votos nos foros internacionais, um princípio antigo que orienta o país e que volta ao debate a cada crise regional.
Quando um remédio, um chip ou um fertilizante depende de cinco países, a velha ideia de autonomia nacional precisa ser repensada sem ser abandonada.
O interesse nacional se mede em mercados abertos, fretes mais baratos e regras estáveis, não em fotografias de cúpula. Um argumento pelo pragmatismo.
Nome do ColunistaColunista de política externa
Articulista Convidado
Enquanto concorrentes assinam tratados, o país acumula negociações inacabadas. Por que a agenda comercial deveria ser prioridade de Estado.
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Não há política externa respeitada sem controle do próprio território. Investir na fronteira é investir na credibilidade do país lá fora.
Articulista Convidado
Equilibrar-se entre grandes potências exige clareza sobre os próprios interesses. Sem ela, a neutralidade vira apenas indecisão.
Nome do Colunista
Um bloco que impede seus sócios de negociar sozinhos corre o risco de virar uma âncora. É hora de discutir regras mais flexíveis.
Artigos de opinião refletem as ideias de seus autores, não necessariamente as da revista.
Seis datas para entender de onde vêm as instituições que aparecem no noticiário de política externa.
Com a Independência, o país começa a montar um serviço diplomático próprio.
O Barão do Rio Branco assume o Itamaraty e conduz a definição das fronteiras.
O Brasil está entre os membros fundadores das Nações Unidas.
O país participa da criação do GATT, o acordo que deu origem à OMC.
O Tratado de Assunção cria o Mercosul com Argentina, Paraguai e Uruguai.
Nasce a Organização Mundial do Comércio, com o Brasil como membro fundador.
Rios, serras e floresta separam o país de quase toda a América do Sul. Um panorama de como cada trecho da divisa impõe desafios diferentes.
Petróleo, cabos submarinos e quase todo o comércio exterior passam pelo mar. Entenda o que está em jogo na chamada Amazônia Azul.
Lítio, terras raras e grafite viraram assunto de chancelarias. Saiba por que esses insumos pesam nas negociações e onde o Brasil se encaixa.
Ser um dos maiores fornecedores de alimentos do planeta dá ao país um tipo de influência que nem sempre aparece nos discursos oficiais.