Sem Brics nem Mercosul, com OCDE: a política externa no plano de Flávio
O plano de Flávio Bolsonaro no TSE não cita BRICS nem Mercosul, elege EUA, Argentina e Israel como parceiros centrais e faz da adesão à OCDE prioridade.

Repórter do Mercosul, Revista Soberania
Elpídio Ribeiro é repórter do Mercosul da Revista Soberania. Cobre o Mercosul para a Revista Soberania. Natural de Bagé, é formado em jornalismo, com passagens por redações em Campo Grande e no eixo Rio–São Paulo. Antes de reportar, editou boletins diários para leitores de todo o país. Já passou pelas coberturas de cidades, educação e saúde. Acredita que transparência e dado aberto são tão importantes quanto a manchete.
O plano de Flávio Bolsonaro no TSE não cita BRICS nem Mercosul, elege EUA, Argentina e Israel como parceiros centrais e faz da adesão à OCDE prioridade.
Na CPAC, Flávio pediu vigilância estrangeira sobre a eleição; a embaixadores, ligou as urnas à Smartmatic, que nunca as forneceu. A direita merece mais.
Cidadãos de oito países sul-americanos podem viver legalmente no Brasil, e brasileiros têm o mesmo direito nesses países; veja como pedir.
Em reunião nos EUA, comissário europeu disse esperar a retomada das compras no curto prazo; Brasil pediu o mesmo tratamento para a carne bovina.
Tratado com os quatro países europeus fora da União Europeia passa a valer com a Noruega em novembro; Suíça e Liechtenstein ainda não têm data.
Em viagens de turismo, a carteira de identidade substitui o passaporte no Mercosul e em países associados, mas o documento precisa estar em bom estado.
Desde 1995, os sócios do bloco cobram o mesmo imposto sobre o que vem de fora, mas cada país mantém uma lista própria de exceções.