Bandeira verde e amarela, política externa made in USA
No palanque, a bandeira é verde e amarela; no plano de Flávio, os EUA são o parceiro número um, o Brics fica em xeque e os minerais vão à mesa.

Repórter de Geopolítica, Revista Soberania
Marcelo Ueki é repórter de geopolítica da Revista Soberania. Cobre geopolítica para a Revista Soberania. Natural de Juazeiro do Norte, é formado em jornalismo, com passagens por redações em Campinas e no eixo Rio–São Paulo. Começou em jornal do interior, passou por rádio e agência antes de chegar à cobertura especializada. Acompanhou três eleições majoritárias de perto. Gosta de explicar o que os números significam para quem paga a conta.
No palanque, a bandeira é verde e amarela; no plano de Flávio, os EUA são o parceiro número um, o Brics fica em xeque e os minerais vão à mesa.
Resolução do CNPE de fevereiro de 2025 pôs o Brasil na Carta de Cooperação ligada à OPEP+, sem compromisso de cortar a produção de petróleo.
Depois do apelo no Texas, o candidato repetiu a embaixadores tese falsa que liga as urnas à Smartmatic; o TSE nega que a empresa forneça urnas ao Brasil.
Quando um canal ou estreito trava, como Ormuz desde março de 2026, sobem frete, seguro e petróleo, e o custo chega a quem exporta e importa no Brasil.
Agro exportou o recorde de US$ 169,2 bilhões em 2025, quase metade das vendas do país, mas depende de fertilizantes importados para produzir.
País produz 93% do nióbio do mundo e tem a segunda maior reserva de terras raras e de grafite, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Mar territorial, zona contígua, zona econômica exclusiva e plataforma continental formam área de cerca de 5,7 milhões de km², segundo a Marinha.