EUA, Argentina e Israel: os parceiros prioritários do plano de Flávio
O plano de Flávio registrado no TSE elege três parceiros e omite Brics e Mercosul; na prática, sua agenda externa gira em torno de Washington.

Editor-chefe, Revista Soberania
Aílton Bispo é editor-chefe da Revista Soberania. Comanda a redação e responde, com a equipe, por tudo o que o veículo publica. É formado em jornalismo pela UERJ, com passagens por redações em Belém e no eixo Rio–São Paulo. Cobriu o Poder Legislativo de um estado por cinco anos antes de se transferir para a equipe atual. Já passou pelas coberturas de cidades, educação e saúde. Costuma dizer que dado público é pauta que ainda não foi escrita.
O plano de Flávio registrado no TSE elege três parceiros e omite Brics e Mercosul; na prática, sua agenda externa gira em torno de Washington.
Por unanimidade, o STF condenou Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses por buscar tarifas e sanções americanas para travar o julgamento do pai, Jair Bolsonaro.
Operações militares e o atrasado Sisfron não bastam: os quase 17 mil km de fronteira terrestre pedem presença civil e permanente do Estado.
Mauro Vieira representou o presidente na cúpula; a declaração final critica tarifas unilaterais e cobra a volta do Órgão de Apelação da OMC.
Chanceler visitou Singapura e Tailândia entre 6 e 10 de setembro; o Brasil, parceiro setorial desde 2022, pode ter resposta já em novembro.