Opinião
Política externa deve servir ao produtor, não a vitrines ideológicas
O interesse nacional se mede em mercados abertos, fretes mais baratos e regras estáveis, não em fotografias de cúpula. Um argumento pelo pragmatismo.
O Brasil no mundo, com os interesses do Brasil em primeiro lugar.
Colunista de política externa, Revista Soberania
Perfil de exemplo. Este espaço receberá a biografia completa do colunista.
O interesse nacional se mede em mercados abertos, fretes mais baratos e regras estáveis, não em fotografias de cúpula. Um argumento pelo pragmatismo.
Não há política externa respeitada sem controle do próprio território. Investir na fronteira é investir na credibilidade do país lá fora.
Um bloco que impede seus sócios de negociar sozinhos corre o risco de virar uma âncora. É hora de discutir regras mais flexíveis.